
Na semana passada estava eu ao telefone com o nosso amigo Lince e não é que surge a conversa já antes falada do amor e da foda. Cada um ia dando a sua opinião e neste ponto (também tem que haver alguns assim) não discordamos na totalidade!
Para mim há grandes diferenças entre o foder e o fazer amor… Mas os dois são indispensáveis e muito importantes.
Ora vejamos, todas as pessoas têm (ou deveriam ter, digo eu) momentos em que se despem de todos os preconceitos, mesmo até dos sentimentos e se entregam de corpo (só de corpo) ao sexo com o seu parceiro, a isto é que eu chamo foder, no verdadeiro sentido da palavra.
A foda pura e dura é aquela em que estamos com o nosso parceiro e agimos por instinto, seguimos o que o nosso corpo nos pede sem juízos de valor, portamo-nos como os verdadeiros animais que somos, enfim soltamos a FERA que há em nós. São nesses momentos em que normalmente temos mais prazer (os orgasmos múltiplos são atingidos com mais facilidade, no meu caso), em que há a satisfação do corpo, da necessidade sexual que todo o ser humano tem.
Normalmente a natureza da foda é selvagem.
Depois temos o amor, fazer amor ou fazer o amor, com tudo o que a própria palavra engloba! Estes momentos são aqueles em que se faz sexo e se satisfaz mais o espírito… São momentos em que se sussurra coisas bonitas ao ouvido, em que nos perdemos em carícias, e tudo se move a uma velocidade muito lenta. Os sentimentos falam mais alto, e são eles que nos guiam.
Normalmente a natureza do amor, vulgo fazer amor, é sentimental.
Não consigo escolher entre os dois, não há um que me satisfaça mais do que o outro, são imprescindíveis!
Confesso que neste momento estou numa fase em que sou mais adepta da foda, talvez devido ao meu “desencantamento” emocional. Outras fases virão…
Para mim há grandes diferenças entre o foder e o fazer amor… Mas os dois são indispensáveis e muito importantes.
Ora vejamos, todas as pessoas têm (ou deveriam ter, digo eu) momentos em que se despem de todos os preconceitos, mesmo até dos sentimentos e se entregam de corpo (só de corpo) ao sexo com o seu parceiro, a isto é que eu chamo foder, no verdadeiro sentido da palavra.
A foda pura e dura é aquela em que estamos com o nosso parceiro e agimos por instinto, seguimos o que o nosso corpo nos pede sem juízos de valor, portamo-nos como os verdadeiros animais que somos, enfim soltamos a FERA que há em nós. São nesses momentos em que normalmente temos mais prazer (os orgasmos múltiplos são atingidos com mais facilidade, no meu caso), em que há a satisfação do corpo, da necessidade sexual que todo o ser humano tem.
Normalmente a natureza da foda é selvagem.
Depois temos o amor, fazer amor ou fazer o amor, com tudo o que a própria palavra engloba! Estes momentos são aqueles em que se faz sexo e se satisfaz mais o espírito… São momentos em que se sussurra coisas bonitas ao ouvido, em que nos perdemos em carícias, e tudo se move a uma velocidade muito lenta. Os sentimentos falam mais alto, e são eles que nos guiam.
Normalmente a natureza do amor, vulgo fazer amor, é sentimental.
Não consigo escolher entre os dois, não há um que me satisfaça mais do que o outro, são imprescindíveis!
Confesso que neste momento estou numa fase em que sou mais adepta da foda, talvez devido ao meu “desencantamento” emocional. Outras fases virão…
(Estou perdoada?)
Beijo